Última hora:Mário Borges recusa proposta do pai Rui Borges pra se juntar ao Sporting
Mário Borges, filho do treinador do Sporting: "O meu pai não se mete"

Mário Borges, filho do treinador do Sporting: “O meu pai não se mete”
Mário Borges, reforço do Montalegre, selou a primeira vitória da época. Filho de Rui Borges, treinador do Sporting, médio explica a dinâmica entre os dois no futebol
Mário Borges é uma das caras novas do Montalegre, que regressou aos campeonatos nacionais, e o jogador já começou a render juros ao apontar o segundo golo da vitória, por 2-0, dos transmontanos sobre o Brito, na Série A do Campeonato de Portugal. O objetivo é a permanência, face ao passado recente de um emblema que chegou a estar na Liga 3. Filho de Rui Borges, treinador do Sporting, Mário, que também se vê como técnico no futuro, assume que o pai teve papel decisivo na sua forma de jogar e na paixão pelo futebol.
É natural de Mirandela. Estar a jogar no Montalegre, relativamente perto de casa, pesou na sua decisão?
-Sim, mas não só. O clube tem um bom projeto, tem tido uma trajetória de campeonatos nacionais nos últimos anos; esteve na Liga 3, tem ótimas condições, excelentes infraestruturas e, além disso, consigo conciliar com a minha licenciatura, pois estou no último ano de Ciências do Desporto, na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD).
Que objetivos lhe apresentaram?
O objetivo passa por estabilizar o clube no Canpeonato de Portugal, sempre com o pensamento de tentarmos fazer o melhor e ganhar os jogos todos. Este é um clube ambicioso.
Esteve dois anos na Liga 3 e, entretanto, voltou a jogar CdP. A esta altura da carreira, acha que poderia estar um patamar acima?
-Tenho feito por isso. No Covilhã, fui operado a um joelho e só voltei na última jornada. No ano seguinte, fui seduzido pelo projeto que o Paredes ia ter, e que se está a ver, mas as coisas não correram como desejava, e sinto que a culpa não foi inteiramente minha. Sempre que fui chamado, correspondi, e até cheguei a marcar no primeiro jogo. Saí do Paredes com excelentes relações e optei por ir para o Guarda FC, porque precisava muito de jogar, mas descemos de divisão e nessa época até meti em causa o que seria o futebol. Nesse verão, tirei o curso de nível 1 de treinador, voltei à faculdade e fui para o Alpendorada, onde fiz três golos, seis assistências e voltei a ter números






