Última hora: sergey grankin assina contrato com Sporting e carrega sua família
Sergey grankin

Detentor de um palmarés nunca visto na Liga Una, que inclui duas medalhas olímpicas, uma delas de campeão, dois títulos europeus, cinco subidas ao pódio na Liga Mundial, duas para receber o ouro, uma final da Liga dos Campeões e três conquistas da CEV Cup, Sergey Grankin (1,95m, 96 kg) já demostrou que não veio para Portugal para adiar a reforma aos quase 41 anos.
No pouco tempo ao serviço do Sporting, o experiente distribuidor confirmou porque é considerado uma estrela do voleibol mundial e, logo na estreia, ajudou os leões a conquistar a Supertaça, frente ao Benfica, ampliando o currículo de mais de uma dezena de troféus ganhos por clubes entre Rússia, Alemanha e agora Portugal. Apenas há dois meses em Alvalade, A BOLA conversou com o russo.
— Com estas conquistas que alcançou com as suas equipas, e descobri mais algumas a título individual, como é que veio parar a Portugal para jogar voleibol, porque sei que é uma superestrela?
— Obrigado. No último ano, como sabe, fui treinador principal na II Divisão russa. Sim, ganhámos e gostámos de ir para a I Divisão e tentei transmitir a minha experiência aos jogadores. Isso é como gosto. Gosto deste trabalho. Gostei muito desse ano com a rapaziada, mas… tive alguns problemas com os nossos dirigentes. Quero dizer, não entendíamos todos as coisas da mesma maneira. Quero ir para a Rússia mais como uma relação europeia, como existe nas relações europeias. Mas ainda não temos a mentalidade certa. É assim que penso. É apenas a minha mente. E porque é que decidi parar? Porque, no ano passado, quando joguei na Rússia, sofri muitas lesões e não foi fácil para mim. Também tive problemas com o treinador, porque ele estava sempre a tentar tirar-me da equipa, para a recuperação e tudo mais, mas eu continuava a querer jogar. E foi por isso que, quando recebi uma proposta do Sporting, pensei: ‘Porque não? Ainda quero jogar’. Quero dizer, para mim isso é suficiente






