
Domingos Duarte, central do Getafe, joga há sete anos e meio em Espanha — antes passou por Corunha e Granada —, mas não perdeu o sonho de voltar a Portugal. Especialmente o de jogar num clube em particular, como conta nesta entrevista a A BOLA.
— Vamos fazer um pouco o percurso da sua carreira: tudo começou no Estoril Praia…
— Sim, como sou de Cascais entrei lá muito miúdo, com 7 ou 8 anos. Aos 16 fui para o Sporting, estive lá três temporadas na equipa B e depois andei daqui para ali, joguei no Belenenses, no Chaves e no Corunha, daí dei o salto para o Granada que comprou o meu passe. Estive lá três anos jogando na primeira divisão espanhola, no terceiro a equipa baixou e então transferi-me para o Getafe, onde já estou na minha quarta época.
— De todos esses clubes por onde passou, de qual é que se sente mais próximo?
— Guardo de todos recordações positivas e tenho por eles um grande carinho, fui sempre bem tratado, em nenhum deixei de ter boas experiências. Mas, claro, o Sporting é um caso à parte e para onde gostava de algum dia poder voltar, é um clube ao qual não guardo nenhum rancor… nem nada que se pareça. O que estou é muito agradecido por tudo o que fizeram por mim quando eu era ainda um miúdo.
— Em Espanha o primeiro clube foi o Depor, como foi o ano que lá passou?
— Gostei muito, fizemos uma temporada bastante boa, mas que não teve o final que sonhávamos: queríamos subir à LaLiga, mas não conseguimos. Foi uma pena para todos, os adeptos apoiavam-nos e estavam muito unidos à equipa. Enfim, o clube funcionava bem, o ambiente era ótimo, também gostava muito da cidade e, se por mim fosse, tinha lá ficado muitos anos






