
Rafael Leão, avançado português do Milan, veio a público negar qualquer ligação ao escândalo de prostituição no futebol italiano.
Segundo a Gazzetta dello Sport, uma agência de eventos em Cinisello Balsamo que servia de fachada para uma rede de prostituição — envolvendo mais de cem raparigas, italianas e estrangeiras, muitas delas bastante jovens, contratadas como acompanhantes de luxo, promotoras de imagem, hospedeiras ou para acompanhar os clientes à mesa — foi o alvo da investigação, que terminou na detenção domiciliária de quatro pessoas.
«Nestes dias, o meu nome, tal como o de outros jogadores, apareceu em sites, redes sociais e jornais em referência a uma investigação da Procuradoria de Milão. Quero esclarecer de forma direta que sou totalmente alheio aos factos objeto da investigação. Não estou envolvido e não cometi qualquer crime», esclareceu o internacional luso, nas redes sociais.





