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HOUSTON — A caminhada da Seleção Nacional no Mundial 2026 começou com um sério aviso em Houston, no Texas. O empate diante da RD Congo expôs as fragilidades de uma equipa que, apesar de transbordar talento individual, revelou uma preocupante lentidão de processos e uma previsibilidade tática que jogou a favor dos sectores africanos.
Num torneio desta dimensão, onde o erro se paga caro, Portugal aprendeu da pior maneira que o favoritismo teórico não ganha jogos no relvado. Ficou o amargo de boca, mas também a certeza de que o Mundial não é um sprint, é uma maratona.
A surpresa começou logo no onze inicial de Roberto Martínez. Quando a crítica e os adeptos esperavam ver a dupla Rúben Dias, infelizmente afastado por lesão, e Gonçalo Inácio a assumir as despesas do eixo defensivo, a verdade é que Portugal chegou ao Mundial com a dupla Tomás Araújo e Renato Veiga no onze.
A aposta acabou por dar sinais de alguma intranquilidade face ao tremendo poder físico dos avançados congoleses. Ainda assim, o início da partida parecia prometer uma noite tranquila para as cores nacionais.






