
Gonçalo Ramos comentou as acusações de racismo de Vinícius Júnior a Prestianni, na primeira mão do play-off de apuramento para os oitavos de final da Liga dos Campeões entre Benfica e Real Madrid. O avançado do PSG, naturalmente, não ficou indiferente ao que se passou na Luz
Gonçalo Ramos considera que «tem de haver uma linha» entre provocação e ofensa e acrescenta que todos são «inteligentes o suficiente para perceber que há uma linha para não ultrapassar». «Exatamente, para gerir emoções», justifica
O avançado compreende que o considere uma marca do Benfica: «Sou um dos produtos do Benfica, morei no Benfica, estou sempre a dizer à Margarida [Amaral Domingues]: ‘Vivi no Benfica’. Tudo o que faço e sou hoje, não só no futebol, tem a ver com o Benfica. Então, é impossível não dizer que sou marca Benfica.»
O avançado aproveitou para explicar o festejo depois de marcar golos: «É engraçado. Quando jogava na formação do Benfica, marcava alguns golos, não é? E então o meu pai dizia-me: ‘Tu, se queres ser um ponta de lança, tens de ter um festejo único, com que te identifiquem. Disse: ‘OK’. Então, houve um dia que estava com os meus colegas antes do jogo, conversas de balneário, brincadeira e surgiu: ‘Olha, se hoje fizeres um golo fazes assim… pistolas’. E eu: ‘Está bem’. Então fiz um golo nesse jogo, fiz as pistolas, acabou por ser mais ou menos viral, nem que fosse na formação do Benfica, e ficou até hoje. Depois é um festejo que os miúdos gostam, os miúdos pequenitos todos falam disso.»






