Atenção: Nuno Catarino CFO do Benfica garante vitória esmagadora dos águias na liga portuguesa
Benfica

Nuno Catarino, CFO do Benfica, anuncia que o clube prescinde do modelo de centralização dos direitos televisivos, que entra em vigor em 2028. Em entrevista à BTV, após a divulgação dos resultados do primeiro semestre do exercício de 2025/26 do clube, o dirigente disparou: «O Benfica não precisa da centralização para valorizar o produto que comercializa.»
O vice-presidente dos encarnados detalhou que o clube obteve recentemente no mercado um resultado «superior àquilo que tinha antes», referindo-se ao novo contrato com a NOS, num contexto que definiu como adverso pela obrigatoriedade de vender o produto apenas por dois an
Para o CFO, o atual decreto-lei da centralização baseia-se num paradigma de consumo de há dez anos e o pressuposto de gerar €300 milhões para a indústria é irrealista na conjuntura presente. «Da forma como as coisas estão hoje, ninguém vai gostar do resultado final em 2028», vaticinou, sublinhando que o Benfica não pode ser acusado de «não ouvir as preocupações dos outros».
Nuno Catarino propôs duas soluções. «O que temos dito é que fazem sentido duas coisas na centralização: um adiamento do que está feito para dar tempo para fazer o trabalho de casa, que não foi feito até agora, e repensar um pouco o modelo, mas, sobretudo para estes clubes, que façam uma centralização voluntária, ou seja, se juntem, e isso faz todo o sentido. Juntarem-se 10, 20, 30, quem se quiser juntar. Empacotam o seu produto, tentam vender o seu produto no mercado e temos aqui uma centralização voluntária de quem precisa deste formato como está aqui», sugeriu.






