
Empate justo ao intervalo, mas a sensação de que o Benfica poderia fazer melhor, tal a passividade e espaço que o Real Madrid concedeu no seu meio-campo defensivo. As águias colocaram-se em vantagem aos 14’, por Rafa, com justiça, mas nem saborearam pois aos 16’ Tchouaméni empatou. Pouco depois, Guler fez o 2-1, mas o VAR entrou em ação e o golo foi anulado, por fora de jogo. O Benfica reagiu, Ríos esteve perto do golo, o gigante Courtois defendeu, mas Arda Guler também ameaçou antes do intervalo. Tudo igual, tudo em aberto para as águias!
Reentrada mais forte do Real Madrid, que teve as coisas controladas numa fase inicial, mas o Benfica retomou a pressão e Schjelderup e Pavlidis, em mais do que uma ocasião, poderiam ter chegado ao 2-1. Rafa fez ainda melhor, acertando na trave ao minuto 60.
O Benfica foi mantendo a eliminatória viva, estava por cima no jogo, quando chegou o minuto 80: lance rápido do Real Madrid, Tomás Araújo deixa a marcação a Vini e não ganha a bola, Valverde descobre o brasileiro sozinho e este foge na direção da baliza e finaliza com um passe para as redes. Que classe!
Depois, reação do Benfica com grande oportunidade de Rafa (desvio quase a dar golo) e as entradas de Barrenechea e Ivanovic para os lugares de Schjelderup e Aursnes, dois dos melhores em campo a par de Valverde, Courtois e, claro, Vinícius Jr.. Mas já sem a chama necessária. O golo do brasileiro foi um soco no estômago, um choque de realidade para as águias, que se despediram da Europa.
Boa arbitragem de Slavko Vincic, árbitro da Eslovénia.






