
Diogo Costa, guarda-redes do FC Porto, concedeu uma entrevista ao The Athletic, na qual passou em revista vários momentos da carreira, incluindo os agitados mercados de transferências, durante os quais viu o seu nome associado a clubes ingleses (e não só).
«Toda a gente sabe que a Premier League é a melhor, ou uma das melhores ligas do mundo. Se perguntarem a todos os jogadores no mundo se gostariam de jogar na Premier League, acho que não há nenhum que não gostasse. Mas acabei de renovar e estou extremamente feliz. É um sonho tornado realidade e como vim de uma família portista estarei sempre feliz aqui», disse o jogador, salientando que se vê a fazer toda a carreira de dragão ao peito.
«Jogar aqui e ainda por cima enquanto capitão, algo que nunca imaginei ser tão cedo… estou muito grato ao FC Porto por tudo o que me ensinou como jogador e como homem. Já admiti que se tivesse de jogar aqui durante toda a minha carreira seria extremamente feliz, por isso este é um sonho tornado realidade. Cláusula de rescisão? É apenas uma parte do contrato e foi o acordo a que chegámos. Acabei de renovar e serei feliz todos os dias se acabar a minha carreira cá. Todos os anos há sempre quem pense se eu vou ficar ou sair, mas isso faz parte da vida de um profissional de futebol», sublinhou
O guardião apontou também as dificuldades acrescidas por jogar na Invicta, destacando que «o Porto nasceu do sofrimento, em contraste com a capital», e que a «qualidade não chega» para ganhar: «O FC Porto para ganhar sempre precisou de correr mais, de trabalhar mais e de se esforçar mais do que os adversários. Queremos manter essa identidade, porque é uma identidade muito boa e é o melhor para a evolução de cada jogador, porque se nós estivermos bem e a evoluir isso será sempre bom para o coletivo (…) Em todos os jogos que fizemos até agora corremos sempre mais do que os adversários, temos sempre mais três, quatro, cinco ou seis quilómetros a mais que a equipa adversária.»






