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Rui Costa bloqueia saída do Andreas Schjelderup no Benfica

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O futebol é um desporto excecional, vivido tanto fora dos relvados como dentro das quatro linhas. As emoções, os julgamentos apressados sobre quem é bom ou mau jogador e as certezas absolutas que se formam em segundos fazem parte da sua magia e das suas contradições

Essa paixão poderia ser apenas romântica, não fosse o impacto real que tem nas carreiras e na confiança dos jogadores.

 

As opiniões pouco fundamentadas chegam maioritariamente das bancadas e dos analistas que não conhecem todos os dados. Mas também os profissionais, dentro dos clubes, erram e tomam decisões das quais acabam por se arrepender.

 

Essa natureza humana e imprevisível serve para ilustrar o trajeto de Andreas Schjelderup, um dos casos mais interessantes recentes do Benfica.

O jovem extremo norueguês, que já foi rotulado de tudo — desde demasiado verde para se afirmar, emprestado que não voltaria, provável dispensa, até estrela em ascensão —, é hoje fundamental no futebol ofensivo encarnado e brilha também pela seleção da Noruega.

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