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Última hora: Diogo costa diz sim ao seu novo clube

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Diogo Costa, guarda-redes do FC Porto, concedeu uma entrevista ao The Athletic, na qual passou em revista vários momentos da carreira, incluindo os agitados mercados de transferências, durante os quais viu o seu nome associado a clubes ingleses (e não só).

«Toda a gente sabe que a Premier League é a melhor, ou uma das melhores ligas do mundo. Se perguntarem a todos os jogadores no mundo se gostariam de jogar na Premier League, acho que não há nenhum que não gostasse. Mas acabei de renovar e estou extremamente feliz. É um sonho tornado realidade e como vim de uma família portista estarei sempre feliz aqui», disse o jogador, salientando que se vê a fazer toda a carreira de dragão ao peito.

«Jogar aqui e ainda por cima enquanto capitão, algo que nunca imaginei ser tão cedo… estou muito grato ao FC Porto por tudo o que me ensinou como jogador e como homem. Já admiti que se tivesse de jogar aqui durante toda a minha carreira seria extremamente feliz, por isso este é um sonho tornado realidade. Cláusula de rescisão? É apenas uma parte do contrato e foi o acordo a que chegámos. Acabei de renovar e serei feliz todos os dias se acabar a minha carreira cá. Todos os anos há sempre quem pense se eu vou ficar ou sair, mas isso faz parte da vida de um profissional de futebol», sublinhou.

O guardião apontou também as dificuldades acrescidas por jogar na Invicta, destacando que «o Porto nasceu do sofrimento, em contraste com a capital», e que a «qualidade não chega» para ganhar: «O FC Porto para ganhar sempre precisou de correr mais, de trabalhar mais e de se esforçar mais do que os adversários. Queremos manter essa identidade, porque é uma identidade muito boa e é o melhor para a evolução de cada jogador, porque se nós estivermos bem e a evoluir isso será sempre bom para o coletivo (…) Em todos os jogos que fizemos até agora corremos sempre mais do que os adversários, temos sempre mais três, quatro, cinco ou seis quilómetros a mais que a equipa adversária.»

Elogios a Francesco Farioli não faltaram. «Com a vinda deste treinador, e também com a mudança de alguns jogadores, passámos a representar bem o que é ser uma equipa, que era o que o FC Porto estava a precisar», notou, antes de particularizar o futebol do técnico italiano: «Existe um estilo de jogo, principalmente em posse, e cada treinador tem a sua forma de ver a tática, de criar essas oportunidades ofensivas, e este é o seu estilo. Acho que dá para perceber que mudámos em todas as posições, mas ele já foi treinador de guarda-redes e gostamos de discutir o que é que é melhor ou pior. De um modo geral, não mudou muita coisa, há apenas uma nova forma de jogar, que é a do mister (…) Apesar de eu ser capitão, ele é o nosso líder e temos de respeitar as suas indicações. Se fizermos tudo o que ele pede ficaremos sempre muito mais perto de ganhar, porque estamos todos no mesmo barco.»

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