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Rodrigo Mora

Antes da sessão de trabalhos, Luís Freire projetou o duelo com os checos, destacando a importância de Portugal entrar em campo com a atitude certa e elogiando o adversário desta terça-feira: «Sabemos que o adversário é, provavelmente, o mais complicado do grupo [onde estão também Escócia, Bulgária, Azerbaijão e Gibraltar], também o campo mais difícil onde vamos jogar nesta fase de qualificação. Trabalhámos muito o nosso jogo, os nossos comportamentos e a nossa postura e queremos aplicá-la amanhã. A Chéquia é uma equipa mais pressionante. As vitórias também só chegam se tivermos um comportamento muito bom. Sei que amanhã vamos estar todos por Portugal, à procura de mais três pontos, de sair daqui felizes com a quinta vitória. É um desafio grande, porque o adversário realmente é o mais difícil e é um passo, que podemos dar juntos, importante na qualificação.»

Com mais dias de trabalho do que o habitual, o selecionador exulta com o facto de ter conseguido trabalhar novos aspetos com a equipa: «Conseguimos trabalhar coisas que não tínhamos trabalhado, como questões relacionadas com a construção do jogo sob pressão. Devido ao sistema de adversário ser 5x3x2, vai colocar-nos outros desafios.»

O frio na Chéquia pode dificultar a tarefa dos jogadores lusos, mas o técnico prefere que a equipa olhe para essa condicionante como mais um desafio: «Eu penso que os jogadores gostam de ser desafiados, é mais um desafio para nós. Nós sentimo-nos bem a ser desafiados. Jogos difíceis, campos complicados, isso vai ser sempre experiências boas para toda a gente. Então estamos focados, em que contexto for, em que campo for, meter o nosso jogo em prática e levar os três pontos.»

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