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Rui Costa

João Gabriel voltou esta quinta-feira a apontar o dedo à direção do Benfica. Numa publicação na sua conta de LikedIn, o ex-diretor de comunicação dos encarnados sublinha que o “clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo” não agindo em conformidade em momentos cruciais em que se sente prejudicado e oferencendo “palco (…) a quem o desrespeita”.

“No aniversário do clube – ao mesmo tempo que Rui Costa voltava a exigir respeito – Pedro Proença sentava-se na primeira fila da gala institucional mais simbólica do clube. O Benfica ofereceu palco, honra e centralidade institucional a quem — desde que chegou à FPF — o desrespeita. Não é apenas incoerente. É incompreensível. Tudo isto corrói, de forma ostensiva, a autoridade de qualquer instituição ou líder. De Rui Costa, Proença já teve o que queria. Talvez daqui a três anos, quando a nova campanha para a FPF se aproximar, volte a dar-lhe importância. Até lá, iremos de ‘murro na mesa’ em ‘murro na mesa’ até ao naufrágio final”, pode ler-se.

O permanente ‘agarrem-me senão eu vou’ — para depois ficar tudo na mesma, ou até recuar — passou a ser a marca desta direção do SL Benfica e do seu presidente. Quando um clube com a dimensão do Benfica ameaça, mas não age em conformidade, o efeito é o inverso: o clube fica preso a um ciclo estéril de indignação performativa para consumo externo

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