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Última hora: Thiago Silva e FC Porto

Thiago Silva

A preparação do FC Porto para o encontro de domingo (15h30) na Choupana vai decorrendo com a sombra de um quadro clínico delicado a pairar sobre o plantel às ordens de Francesco Farioli. Além dos casos de Nehuén Pérez (já alia treino condicionado a tratamento) e Luuk de Jong, Samu é baixa até ao final da época e Kiwior também está excluído, pelo menos, do embate com o Nacional.

O único jogador no boletim clínico que acalenta a esperança de recuperar a tempo de ir à Madeira é Martim Fernandes, mas as baixas não ficam por aí. Francisco Moura vai cumprir um jogo de suspensão depois do cartão amarelo visto no clássico e William Gomes ainda só cumpriu uma das duas partidas de castigo com que foi sancionado pelo Conselho de Disciplina da FPF, embora ainda haja esperança numa decisão favorável após a apresentação de recurso.

Ao todo, são seis as ausências confirmadas do lado azul e branco, o que leva o treinador italiano a olhar para os reforços assegurados no mercado de inverno como parte da resposta aos obstáculos que vão surgindo. E a verdade é que três das quatro caras novas não tardaram a dar provas de que são capazes de corresponder no imediato. Aliás, se há ponto em comum entre Thiago Silva, Oskar Pietuszewski e Seko Fofana foi o impacto quase instantâneo que cada um teve… à sua maneira.

Vejamos caso a caso. O experiente central brasileiro aterrou na Invicta a 4 de janeiro, dia em que o FC Porto defrontou o Santa Clara, nos Açores. Thiago foi titular à primeira oportunidade, no jogo seguinte (clássico com o Benfica) e, desde então, só não foi utilizado na Liga Europa, uma vez que só pôde ser inscrito após o término da primeira fase. De resto, o camisola 3 só saiu do onze no recente duelo com o Sporting, mas entrou no decorrer da segunda parte, fruto da lesão de Kiwior.

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