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Atenção: Paulo Futre arrasa Sporting

OArsenal carimbou, esta quarta-feira, o apuramento para as meias finais da Liga dos Campeões, depois de ter conseguido segurar a vantagem obtida na deslocação ao Estádio José Alvalade, ante o Sporting, por 0-1 (fruto de um golo da Kai Havertz, já no período de compensação), com um nulo, no Emirates Stadium
Já esta quinta-feira, Gabriel Agbonlahor, ‘lenda viva’ do Aston Villa (somou 87 golos e 37 assistências ao cabo de 391 jogos oficiais, entre 2005 e 2018), analisou a partida, na rádio britânica talkSPORT, onde não poupou nas críticas tecidas ao futebol praticado por ambas equipas, e deixou, inclusive, uma mensagem de solidariedade a quem teve a responsabilidade de a relatar, em direto.

“Ally [McCoist], honestamente, amigo, eu estava a ouvir o Sam Matterface, e a pensar ‘Pobres Ally e Fletch [Darren Fletcher]. Eles estão a ver um dos piores jogos a eliminar da nossa geração'”, atirou, antes de estabelecer um claro contraste com aquilo que se viu, na vitória do Bayern Munique sobre o Real Madrid, por 4-3.

“Foi-nos servido um clássico ‘old school’, dos anos 2000, companheiro. Por vezes, eu queria dar uma olhadela rápida ao meu telefone e ver se os meus filhos tinham enviado uma mensagem. Não olhei para o meu telemóvel até ao intervalo ou até ao apito final. Foi um jogo de parada e resposta, ninguém queria defender”, prosseguiu.

“Eu estava a ver o jogo do Bayern Munique no meu iPad, e o do Arsenal no meu telemóvel, e só pensava que queria espreitar o WhatsApp para ver se os miúdos tinham enviado uma mensagem. Foi tão aborrecido que pensei ‘Estou aqui a gastar a bateria do telemóvel a ver o Arsenal”, completou.

Uma opinião que foi, de resto, partilhada pelo próprio Ally McCoist, antigo internacional escocês que brilhou ao serviço do Rangers, entre 1983 e 1998, com 355 remates certeiros em 581 partidas oficiais, em todas as competições, que descreveu aquilo que viu de forma bastante resumida: “Foi uma tortura. Uma tortura”.

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