Benfica volta a carga por Rafael leão

O Milan, de Ruben Amorim, definiu um ambicioso objetivo financeiro para este mercado de transferências: arrecadar 150 milhões de euros com a venda de jogadores, segundo a Gazzetta dello Sport. A primeira grande saída a concretizar-se deverá ser a de Estupiñán, que está perto de rumar ao Aston Villa por uma verba a rondar os 15 milhões de euros, dando início a uma operação que visa equilibrar as contas após os avultados investimentos já realizados.
A necessidade de vender não é apenas económica, mas também técnica, com o clube a procurar emagrecer o plantel e libertar atletas que não se enquadram no novo projeto. Entre os nomes na lista de dispensas está Rafael Leão, cujo preço foi fixado nos 60 milhões de euros, embora ainda não tenham surgido propostas concretas.
A cláusula de rescisão do internacional português, no valor de 175 milhões de euros, é considerada irrealista pelo mercado. Assim, o clube estabeleceu uma avaliação mais pragmática de 60 milhões, com a sua vasta equipa de representantes a trabalhar para encontrar um clube interessado.
Leão foi associado a clubes ingleses como o Tottenham e o Manchester United, mas sem avanços significativos. Uma proposta do mercado árabe ou turco é vista como mais provável, aponta a mesma fonte, mas o jogador considera esses destinos como secundários na sua carreira. Salvo alterações, Leão juntar-se-á à equipa a 29 de julho, em Perth, na Austrália.
Outro caso complexo é o de Santiago Giménez. Contratado há apenas um ano e meio ao Feyenoord por 28,5 milhões de euros mais bónus, o clube precisa de recuperar pelo menos 21 milhões para não registar perdas financeiras. A sua recente lesão no tornozelo e a contratação de Gonçalo Ramos na sua posição dificultam a permanência, e a agente Rafaela Pimenta está encarregue de lhe encontrar um novo clube.






