Presidente da UEFA deixa mensagem aos adeptos da seleção portuguesa

As tensões continuam entre a FIFA e a UEFA. No mês passado, o órgão regulador do futebol europeu solicitou a um tribunal federal dos EUA autorização para obter depoimentos e documentos relacionados com uma queixa criminal na Suíça contra o presidente da FIFA, Gianni Infantino.
Este caso diz respeito a um projeto, agora abandonado, de transferência dos direitos comerciais do Mundial para uma subsidiária denominada FIFA Forward Enterprise (FFE), liderada pelo irmão do genro de Donald Trump.
Na sua resposta apresentada na segunda-feira, a FIFA afirmou que o documento da UEFA continha «inúmeras declarações falsas ou enganosas relativas à FIFA e ao Sr. Infantino». «Sem qualquer fundamento, a UEFA sugere que o Sr. Infantino procurou obter benefícios pessoais com a proposta da FFE», afirmou a FIFA num documento apresentado ao Distrito Sul da Flórida, citado pelo L’Equipe.
A UEFA afirmou que Infantino tinha elaborado a proposta em segredo com um pequeno grupo de conselheiros e investidores, contornando os processos habituais de governação da FIFA e sem consultar o Conselho da FIFA. O organismo liderado por Infantino critica as alegações.
«A UEFA, seja deliberadamente ou por ignorância, está a confundir valor patrimonial com valor empresarial», respondeu a FIFA. Enquanto a UEFA pretende obter estas informações junto do Departamento de Justiça dos EUA, a FIFA opõe-se a isso e acusa a UEFA de tentar «influenciar» as próximas eleições presidenciais, marcadas para o próximo ano.
Gianni Infantino, que se recandidata a um novo mandato, é atualmente o único candidato assumido.





