
Fotis Ioannidis está, finalmente, à porta do regresso. No seio da estrutura do Sporting, reina a convicção de que o internacional helénico estará apto para a deslocação a Vila do Conde, onde os leões enfrentam o Rio Ave, em princípio na próxima segunda-feira, dia 11. Trata-se de um reforço de peso para Rui Borges gerir o sprint final com o Benfica pela vice-liderança, posto que garante o acesso à Champions, em princípio à 3.ª pré-eliminatória, mas pode dar acesso direto, e encaixe de €18,62M, caso o Aston Villa vença a Liga Europa e termine a Premier League nos quatro primeiros — oxigénio puro para as contas da SAD. Além do campeonato, o horizonte aponta para o Jamor, a 24 de maio, onde a Taça de Portugal frente ao Torreense pode acrescentar mais um troféu ao museu leonino.
O calvário do avançado tem sido um autêntico vaivém. Desde o traumatismo no ligamento lateral externo do joelho esquerdo, sofrido em novembro frente ao Santa Clara em partida para a Liga, Ioannidis viveu num ciclo de recaídas. Forçou o regresso no dérbi com o Benfica da primeira volta em inícios de dezembro (1-1), somou sete jogos, mas cedeu na meia-final da Allianz Cup ante o V. Guimarães a 6 de janeiro. Após uma curta aparição de 13 minutos em Moreira de Cónegos, a 21 de fevereiro o grego estancou.
Entre o ginásio e consultas autorizadas com os médicos da sua seleção, a hipótese de cirurgia pairou em Alvalade, mas as melhorias recentes ditaram a continuidade do tratamento conservador. Agora, a dor parece ter dado tréguas e o camisola 7 prepara-se para a (re)entrada. Para Rui Borges, esta é a peça uma peça importantíssima a encaixar no puzzle do leão. Após a saída de Rodrigo Ribeiro para os alemães do Augsburgo em janeiro, o técnico viu-se limitado a Rafael Nel, jovem da equipa B que, embora cumpridor, carece da estampa física e da maturidade do grego, de 26 anos.






