Última hora: Marco Silva

A SAD do Benfica está a trabalhar ativamente no mercado de transferências para contratar dois defesas-centrais neste verão. A necessidade de reforçar o eixo defensivo ficou definida após a saída do capitão Nicolás Otamendi, em final de contrato, e ganhou ainda mais urgência com a venda de Gonçalo Oliveira ao Rennes por €3,5 milhões, com as águias a assegurar uma cláusula de recompra.
O objetivo do Benfica passa por garantir a contratação de um defesa-central experiente, capaz de oferecer rendimento imediato e assumir um papel de liderança na defesa. A saída de Otamendi, que representou o clube durante cinco temporadas e assinou pelo River Plate, deixou um vazio importante que a estrutura encarnada pretende colmatar com um jogador de qualidade e personalidade forte.
A situação do plantel reforça essa urgência. Tomás Araújo encontra-se ao serviço da Seleção Nacional no Mundial 2026 e poderá não estar disponível quando o Benfica iniciar a sua participação nas pré-eliminatórias da Liga Europa, a 23 de julho. Sem Araújo e após a saída de Gonçalo Oliveira, o quarto central da equipa principal na época passada (mas não se estreou), António Silva é, neste momento, a única opção segura para o eixo defensivo.
Entre as alternativas internas surge Joshua Wynder, jovem central norte-americano de 21 anos, que fez um jogo no Benfica de Bruno Lage em 2024/25, e enfrentou uma lesão em dezembro (rotura parcial da fáscia plantar do pé esquerdo
Com a entrada iminente de Marco Silva, o Benfica pretende acelerar o processo de contratação de defesas-centrais.
Stefan de Vrij, internacional neerlandês de 34 anos que terminou contrato com o Inter e ficou livre, chegou a ser uma opção considerada, sobretudo com José Mourinho. Estava até interessado em mudar-se para a Luz. No entanto, a mudança de treinador e dúvidas relacionadas com a condição física do jogador levaram a SAD a congelar a hipótese.






