
Em cinco anos na presidência do Benfica (cumprem-se em julho), Rui Costa já teve cinco treinadores e prepara-se para oficializar o sexto, que vai suceder a José Mourinho, de saída para o Real Madrid. Em média, dá um técnico em cada 56 jogos.
Jorge Jesus já estava no comando quando Rui Costa assumiu a presidência. Mas deixou a Luz em dezembro de 2021, após o afastamento da Taça de Portugal diante do FC Porto e de um desentendimento com Pizzi – mas foi com ele que o Benfica registou a melhor média de golos marcados (2,37 por jogo) na era de Rui Costa.
Seguiu-se Nélson Veríssimo, que transitou da equipa B e segurou o barco até ao final da época, terminando em terceiro lugar e com a pior percentagem de vitórias (48%).
Em 2022/23, Rui Costa apostou em Roger Schmidt, o treinador que mais tempo aguentou na sua presidência (115 jogos e 830 dias). Na primeira época foi campeão, mas na seguinte ficou no segundo lugar, conquistando a Supertaça. Entrou em 2024/25 fragilizado e foi despedido à quarta jornada.
Bruno Lage foi o eleito para suceder ao alemão. O Benfica terminou a temporada no 2.º lugar e conquistou a Taça da Liga. Lage manteve-se para 2025/26, mas em setembro foi despedido após a derrota com o Qarabag na Champions, deixando no museu uma Supertaça.






